Em 15 de julho de 2007, como anteriormente anunciado no blog, nós nos aventuramos com o objetivo de um contato imediato com o simiesco monólito.
Participaram da incursão 4 Italianos, 1 Italiana, 1 Belga e 1 brasileiro, além de 1 guia sertanista
Só sabíamos da existência do morro do macaco por fotografias, que apareceram por acaso no computador de um amigo, e nos impressionaram tanto que resolvemos ir conferir. Montamos então uma operação de descoberta. E o lugar não podia ser melhor, mais majestoso...
Participaram da incursão 4 Italianos, 1 Italiana, 1 Belga e 1 brasileiro, além de 1 guia sertanista
Só sabíamos da existência do morro do macaco por fotografias, que apareceram por acaso no computador de um amigo, e nos impressionaram tanto que resolvemos ir conferir. Montamos então uma operação de descoberta. E o lugar não podia ser melhor, mais majestoso...
Nos nascedouros dos rios Pombas, Sete, Alcantilado, eles mesmos berço de Poxoréu, onde os morros se encaram com o ritmo da vida das pedras, guardiães da mais pura e cristalina de todas...
Na curva do 'canyon', meio de lado, assim saindo, de olhar 43
Ele nos viu antes desconfiarmos da sua sísmica-símia-cínica presença. O caminho até seus pés é íngreme, abrupto e longo... muitos ficaram para trás,
um ser ainda mais misterioso se esconde dentro da pedra como se fosse a água de cachoeira, aparecendo apenas em vulto
E temos mais um figurante aí por perto... um inca? Um brasileiro pré-colombiano? Um verdadeiro gigante de pedra ou da Idade da Pedra?
Texto: Jean-Louis Van Der Stock
Fotos: Bruno, Matteo, Edinaldo
Agradecimento especial a GIANPIERO BAROZZI, pela organização da 'Poxexploração' e ter sido nosso aguerrido motorista.
